Passeio privativo, realizado em veículo com ar-condicionado
(van, micro-ônibus ou ônibus), incluindo as seguintes
atrações:
Teatro Amazonas - construído
nos estilos neo-clássico e art-noveau e inaugurado em 1896, o teatro é um marco do período áureo
da borracha (1890/1910). Lustres, poltronas, cristais,
pinturas, máscaras, ferragens, mármores e até
mesmo a magnífica cúpula, foram importadas da Europa. O Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa,
incumbiu-se da realização do projeto. Uma legião
de arquitetos, construtores, pintores e escultores vieram da Europa
para a implementação da obra. A sala de espetáculos
do teatro tem capacidade para 685 pessoas, distribuídas
entre a platéia e os três andares de camarotes. No
salão nobre, área mais luxuosa do prédio,
destaca-se a pintura do teto (a "Glorificação
das Belas Artes na Amazônia"), de autoria de Domenico
de Angelis. Sobre as colunas do pavimento térreo encontram-se
as máscaras erigidas em homenagem a dramaturgos e compositores
clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane,
Moliére, Carlos Gomes, Rossini, Mozart, Verdi, Chopin e
outros. Na sala de espetáculos, sobressai-se a pintura
do pano de boca do palco, de autoria de Crispim do Amaral, que
faz referência ao encontro das águas dos Rios Negro
e Solimões.
Museu do Índio - inaugurado em 1952, o
museu é administrado por freiras Salesianas. Seu acervo
compõe-se de mais de 3.000 peças, que contam a história
dos povos indígenas do Amazonas - hábitos, costumes,
tradições, armas, adornos e utensílios diversos.
A vida dos índios do Alto Rio Negro, como os Tukanos, Dessanas,
Tarianos e Baniwas é especialmente retratada. Peças
interessantes do artesanato indígena são comercializadas
na loja mantida pelo museu.
Zoológico do Centro de Instrução
de Guerra na Selva (CIGS) - construído e administrado
pelo Exército Brasileiro, o zoológico
foi inaugurado em 1967, com o objetivo de proporcionar
informações práticas aos alunos do Curso
de Operações na Selva. Centenas
de animais (onças, suçuaranas, jaguatiricas, gatos
mouriscos, macacos de diversas espécies, jibóias,
sucuris, jacarés-açu, veados, araras, gaviões
reais, etc.) são encontrados no local, que é uma
referência em toda a Amazônia. O CIGS promove
a recuperação de animais selvagens vitimizados e
a sua devolução aos habitats naturais. |